O pastor Silas Malafaia escreveu um artigo explicando que
quando a imprensa noticia a aprovação do PDC 234/2011 o chamando de projeto de
“cura gay” ela está mentindo, pois a proposta do deputado João Campos não trata
sobre a cura da homossexualidade.
Entre as declarações do pastor, que é formado em psicologia,
ele alega que em sua profissão o termo “cura” não é empregado o que já
invalidaria o nome pejorativo dado por militantes do movimento gay que são
contra a proposta.
Malafaia diz que dizer que a o projeto que tenta sustar uma
resolução do Conselho Federal de Psicologia se trata de impor a cura de
homossexuais é “uma afronta à inteligência humana”. “O projeto não visa curar
ninguém. E pelo que me consta, a psicologia não se utiliza deste termo ‘cura’”.
Ele entende que a proposta do deputado do PSDB está ligada a
classe profissional que não pode ser impedida de ajudar aqueles que buscam por
ajuda. “O que o Conselho Federal de Psicologia fez ao impedir que psicólogos
tratem de homossexuais que vão pedir ajuda sobre a sua sexualidade, é uma
afronta a Constituição e a própria ciência. Por que um heterossexual pode pedir
ajuda a um psicólogo sobre sua sexualidade e um homossexual não?”, questiona.
O pastor presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo
aproveitou para criticar a direção do CFP dizendo que eles possuem ideologias
“esquerdopatas” e lembrando que nenhum outro país do mundo há uma resolução que
impeça o profissional de atual.
“É vergonhoso ver as ciências humanas virarem ciências
exatas e servir ao ativismo gay”, diz Silas Malafaia que completa: “Um
princípio que rege o atendimento profissional a pessoas na área das ciências
humanas é que o indivíduo é quem decide se quer ajuda ou não. Em hipótese
alguma o terapeuta”.
Manipulação de informações
O pastor Silas Malafaia também comentou sobre a manipulação
de informações. Ao dizer que o projeto trata sobre a cura gay, a imprensa
conseguiu fazer com que a sociedade rejeitasse a proposta sem antes entender
qual é o verdade objetivo da mesma.
“A safadeza da questão é que querem passar para a sociedade
como se alguém estivesse obrigando os homossexuais a mudarem o seu
comportamento”.
A análise imparcial sobre o texto de João Campos beneficia o
ativismo gay que tem interesse em vetar o projeto. “A verdade é a seguinte:
homossexualismo é um comportamento que um indivíduo pode desejar ser ou não
ser, da mesma forma que a religiosidade também é um comportamento do ser humano
que ele pode deixar de ser ou vir a ser da religião que ele bem quiser”.


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