A Bíblia fala pouquíssimo sobre Maria.
E nas poucas vezes em que é citada, o teor das mensagens objetivam sempre
prestar esclarecimentos sobre a pessoa bendita de Jesus. E ensinam que é a Ele
que nós devemos conhecer, e é para Ele que devemos nos voltar.
Esta inclusive é a única mensagem que a própria Maria nos deixou, através do
único testemunho que deu, e que está registrado no Evangelho segundo S. João:
Jo 2.5 - "Sua mãe disse aos serventes:" FAZEI TUDO QUANTO ELE VOS
DISSER."
Maria só é mencionada no Novo Testamento, em aproximadamente quarenta
versículos:
· 27 vezes, a mencionam apenas para relatar
fatos sobre a geração, nascimento e infância de JESUS;
· 8 vezes, para mencionar a família de JESUS;
· 3 vezes, para narrar o primeiro milagre
realizado por JESUS;
· 2 vezes, para esclarecer sobre o seu amparo
após a morte de JESUS.
Portanto, as poucas menções que a Bíblia faz sobre Maria, estão diretamente
relacionadas com a pessoa do Senhor Jesus.
Ele é quem é o personagem central da Bíblia, sendo mencionado nas páginas do
Novo Testamento, cerca de 2.288 vezes, através dos títulos que evidenciam sua
Divindade, sacrifício, ministérios que exerceu e exerce para nossa salvação,
sua perfeita humanidade, morte vicária, soberania e sabedoria:
· 1.170 vezes Ele é chamado pelo seu nome
JESUS, que no grego significa SALVADOR;
· 454 vezes Ele é chamado SENHOR;
· 58 vezes, chamado MESTRE;
· 318 vezes, chamada CRISTO, MESSIAS, ou UNGIDO
DE DEUS;
· 23 vezes, chamado SALVADOR;
· 13 vezes, chamado SACERDOTE;
· 118 vezes, chamado FILHO DE DEUS;
· 11 vezes, chamado FILHO DE DAVI;
· 85 vezes, FILHO DE HOMEM;
· 32 vezes, CORDEIRO DE DEUS;
· 6 vezes, chamado MEDIADOR.
Fora dos Evangelhos, o nome de Maria só aparece uma única vez, no livro de
Atos, juntamente com os nomes dos doze Apóstolos, e a menção a outros
discípulos que os acompanhavam, inclusive os irmãos de Jesus (At 1.13,14). Ali
está declarado que todos eles, após a ascensão de Jesus, ficaram juntos,
morando no cenáculo em Jerusalém, onde perseveravam unânimes em oração,
aguardando o derramamento do Espírito Santo, como o Senhor prometera (Lc 24.49;
At 1.4).
Comparando At 1.4 com 2.1-4, podemos entender que Maria foi alcançada pela
grande bênção da descida do Espírito Santo, ocorrida no dia de Pentecostes.
Também podemos entender que ela fez parte da Igreja primitiva (At 2.44).
Entretanto, apesar do batismo com o Espírito Santo, após o qual, muitos
milagres foram operados através dos Apóstolos, a Bíblia não registra porém, um
só milagre que haja sido operado através de Maria, ou qualquer discurso que
haja feito, ou qualquer pronunciamento do Senhor em seu benefício, que venha
denotar superioridade espiritual da sua parte com relação aos demais membros da
Igreja.
as Epístolas, nenhuma vez o nome de Maria é mencionado.
O seu nome não aparece de forma alguma, nem mesmo sob a égide de mãe de Jesus,
ao contrário, na Epístola aos Hebreus está escrito que Ele não tem pai, nem
mãe, porquanto é eterno (Hb 7.3).
Isto porque as Epístolas foram escritas com a finalidade de doutrinar a Igreja
e ensiná-la a viver em santificação e a adorar exclusivamente ao Senhor, pois
segundo a Bíblia, Ele é o único digno de receber honra, glória, louvor e
adoração (Ap 5.8-13). E neste particular, a Bíblia proíbe terminantemente aos
fiéis de fazer qualquer adoração ou veneração a qualquer outro nome que não
seja o nome excelso do Senhor Jesus.
Vejamos alguns tópicos que contradizem a palavra de Deus em relação a Maria:
1. Como podem ensinar que Maria foi
sempre virgem quando as Escrituras freqüentemente falam dos irmãos de Jesus?
(Mt 12.46; Mc 3.31-35; Lc 8.19,21; Jo 7.3; At 1.14);
2. As palavras antes de se ajuntarem (Mt 1.18) e: E deu
à luz a seu filho primogênito (Lc 2.7) não implicam que Maria teve
outros filhos?
3. Por que ensinam que Maria foi concebida sem pecado se a Bíblia
declara: Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não
há verdade em nós (1 Jo 1.8);
4. Pode oferecer uma prova bíblica ou histórica de que Maria ascendeu ao
céu em corpo glorificado?
5.O que diz sobre as palavras de Jesus em Caná da Galiléia: Disse-lhe
Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora (João
2.4)?
6. Não disse Jesus sobre Maria, em resposta às palavras de uma mulher da
multidão, que dizia, bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que
mamaste, mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de
Deus e a guardam (Lc 11.28);
7. Não disse Jesus: Mas, respondendo ele, disse-lhes: Minha mãe e
meus irmãos são aqueles que ouvem apalavra de Deus e a executam (Lc
8.21)?
8. Não repreendeu Jesus os que usam de repetições em suas orações,
dizendo: E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam
que por muito falarem serão ouvidos (Mt 6.7);
9. Por que orar a Maria, quando a Bíblia ensina que Cristo é o mediador
entre Deus e os homens (1 Tm 2.5) e o único Advogado para com o Pai (1
Jo 2.1).
Esta é a mensagem central
do Evangelho de João: apresentar Jesus como o Filho de Deus, o Cristo, o único
que tem poder para ressuscitar mortos e conceder vida terna (Jo 6.38-40).
Este poder Ele recebeu do Pai celestial (Jo 10.11,15,17,18).
Tudo quanto fez, Ele o fez porque o Pai era com Ele.
Nada foi herdado da carne (Jo 3.31), mas veio de Deus que estava nele e fazia as obras, para a Glória do seu nome (Jo 10.30-38; 14.9-13).
Também nos seus discursos Ele falava o que o Pai mandava (Jo 48-50). Era o Verbo de Deus feito carne. E foi o seu lado Divino e a sua preexistência (Jo 1.1-3) que João evidenciou na biografia que escreveu.
Por esta razão, ele não dissertou sobre o seu nascimento e a sua genealogia, e assim não precisou identificar a sua mãe. A primeira vez que a menciona é na narrativa das bodas de Caná da Galiléia, onde Jesus operou o seu primeiro milagre.
Este poder Ele recebeu do Pai celestial (Jo 10.11,15,17,18).
Tudo quanto fez, Ele o fez porque o Pai era com Ele.
Nada foi herdado da carne (Jo 3.31), mas veio de Deus que estava nele e fazia as obras, para a Glória do seu nome (Jo 10.30-38; 14.9-13).
Também nos seus discursos Ele falava o que o Pai mandava (Jo 48-50). Era o Verbo de Deus feito carne. E foi o seu lado Divino e a sua preexistência (Jo 1.1-3) que João evidenciou na biografia que escreveu.
Por esta razão, ele não dissertou sobre o seu nascimento e a sua genealogia, e assim não precisou identificar a sua mãe. A primeira vez que a menciona é na narrativa das bodas de Caná da Galiléia, onde Jesus operou o seu primeiro milagre.


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